Apesar de todo esse tempo sem novos posts, continuam as atualizações do blog! Pra começar, a Fernanda Bora nos prometeu devolver a câmera até segunda-feira... aguardemos... além disso, ela ainda conseguiu um papel no filme, como Sidney.
E a entrevista desta atualização é com Jéssica Baldin Cruz, a Cristine no filme. Adivinhe só, ela começou falando sobre sua expectativa pro filme: "um filme de terror tem que impressionar o público, os roteiristas têm que se esforçar muito para chegar a tal objetivo em apenas vinte minutos", disse, "mas acho que com as idéias férteis do Doc nós chegaremos ao objetivo". Sobre sua personagem e o roteiro, ela falou que não precisou fazer laboratório, pois vai "fazer com minhas próprias idéias, acho que vai ficar bom! É só esperar pra ver", prevê ela, e completa: "o roteiro eu nem li direito ainda... tenho que ler com muita calma e atenção pra dar certo". Sendo ela uma novata no mundo do cinema, perguntamos sobre como ela está se sentindo em iniciar a carreira cinematográfica ao lado de profissionais já consagrados como Doc Lee, Tumor, Ismael e Lilo (sim, profissionais consagrados. Eles já trabalharam juntos no aclamado Nosso Trabalho De Artes): "é bom participar de um filme com pessoas mais experientes, por que assim posso pedir conselhos sobre como devo fazer ou interpretar a minha personagem... fica mais fácil decidir a escolha [Nota: "decidir a escolha" foi foda] do jeito como devo fazer a cena". E, claro, ela também falou sobre o grande Charles Bronson e qual a influência dele em seu trabalho: "toda influência... por que eu amo o trabalho fantástico do Charles Bronson! Ele é um astro muito comentado, criticado e isso é o que torna importante o trabalho do artista!". Só falta descobrir se a parte do "criticado" é um elogio.
E a entrevista desta atualização é com Jéssica Baldin Cruz, a Cristine no filme. Adivinhe só, ela começou falando sobre sua expectativa pro filme: "um filme de terror tem que impressionar o público, os roteiristas têm que se esforçar muito para chegar a tal objetivo em apenas vinte minutos", disse, "mas acho que com as idéias férteis do Doc nós chegaremos ao objetivo". Sobre sua personagem e o roteiro, ela falou que não precisou fazer laboratório, pois vai "fazer com minhas próprias idéias, acho que vai ficar bom! É só esperar pra ver", prevê ela, e completa: "o roteiro eu nem li direito ainda... tenho que ler com muita calma e atenção pra dar certo". Sendo ela uma novata no mundo do cinema, perguntamos sobre como ela está se sentindo em iniciar a carreira cinematográfica ao lado de profissionais já consagrados como Doc Lee, Tumor, Ismael e Lilo (sim, profissionais consagrados. Eles já trabalharam juntos no aclamado Nosso Trabalho De Artes): "é bom participar de um filme com pessoas mais experientes, por que assim posso pedir conselhos sobre como devo fazer ou interpretar a minha personagem... fica mais fácil decidir a escolha [Nota: "decidir a escolha" foi foda] do jeito como devo fazer a cena". E, claro, ela também falou sobre o grande Charles Bronson e qual a influência dele em seu trabalho: "toda influência... por que eu amo o trabalho fantástico do Charles Bronson! Ele é um astro muito comentado, criticado e isso é o que torna importante o trabalho do artista!". Só falta descobrir se a parte do "criticado" é um elogio.
